Márcio Gomes


28/06/2010


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Telejornalismo PUC-Rio com Jornalistas Márcio Gomes e Vandrey Pereira no Jornalismo comunitário -

Pesquisas realizadas para o Jornal Nacional no fim da década de 1990 com o objetivo de identificar como o público avaliava o jornal evidenciaram que, de um modo geral, as pessoas gostavam de seu conteúdo, mas um ponto acendeu o sinal amarelo na TV Globo: parte dos entrevistados dizia que não estava se vendo na TV. Daí a direção concluiu que os telejornais locais deveriam reforçar o jornalismo comunitário, valorizando a prestação de serviços. “Fazíamos os telejornais locais como um Jornal Nacional menor. Mostrávamos buraco de rua, falta d’água, por exemplo, mas passamos a ser mais incisivos nas denúncias e nas cobranças às autoridades públicas”, destacou o apresentador do RJTV Márcio Gomes ao explicar as razões que levaram a TV Globo a introduzir o conceito de “Jornalismo comunitário”, tema da aula cujo comando Márcio dividiu com o repórter Vandrey Pereira.

Ele informou que o precursor nesse processo de transformar o telejornal local em telejornal comunitário foi o SPTV, em 1998. Um ano depois, o RJTV adotou o novo modelo e, a partir daí, os telejornais da emissora no país inteiro começaram a seguir a linha de São Paulo. “Cada um achando a sua ‘cara’, de acordo com o perfil do seu público”, enfatizou o apresentador. O grande desafio, na opinião de Márcio, era encontrar formatos diferentes, de maneira que a abordagem dos assuntos envolvesse a população. Surgiram, então, idéias inovadoras, como, por exemplo, as votações ao vivo, uma forma de contar com a participação da comunidade até mesmo na definição dos assuntos que deveriam ser abordados. Para exemplificar, ele mostrou o vídeo de uma das primeiras votações realizadas pelo RJTV, “O bairro que eu quero”, quando foram instaladas urnas eletrônicas em 12 bairros de diferentes regiões. “Muitas vezes nos surpreendemos com o resultado, que nós nunca teríamos se apenas ouvíssemos alguns moradores. A votação democratiza, dá voz às pessoas”, disse Márcio.

Com o tempo, a necessidade de estar mais próximo da população, para tornar mais ágil a produção do jornal comunitário e aprimorar seu conteúdo, mostrou-se premente. Em 2005, o RJTV inaugurou sua base na Baixada Fluminense, região geograficamente distante da capital. “Montando essa base, vimos quão rica é aquela região. Antes cobríamos a Baixada basicamente por causa da violência, mas também tem outros problemas e muitas coisas boas, cultura, lazer, esporte etc.”, sintetizou Márcio, que apresentou aos estudantes um vídeo que marcou um ano da base do RJTV na Baixada — o telejornal foi apresentado ao vivo diretamente da praça Roberto Silveira, no Centro de Duque de Caxias, palco diário das transmissões da região.

Na seqüência, Márcio mostrou um vídeo com a cobertura de outra votação. Dessa vez, para escolher a imagem que os moradores gostariam de ver representando a Baixada no cenário do RJTV. “Há várias fotos de pontos marcantes, como o Cristo Redentor, o Pão de Açúcar, a Central do Brasil... mas queríamos algo da Baixada. Essa urna rodou por mais de uma semana pelos municípios mais populosos para que os moradores votassem nas opções que pré-selecionamos com base em pesquisa”, contou o apresentador. A Reserva do Tinguá, em Nova Iguaçu, saiu vencedora da enquete e desde então compõe o cenário do RJTV. “Essa votação surpreendeu. As filas eram enormes. Percebemos que as pessoas têm muito orgulho de morar na Baixada e que elas estavam felizes de ver a região delas ser tratada com outro enfoque, e não só o da violência.”

O repórter Vandrey Pereira, que trabalhava na TV Rio Sul, afiliada da TV Globo na Região Sul Fluminense, foi convidado para assumir o “desafio” de participar da estruturação da base do RJTV na Baixada, inaugurada no dia 25 de abril de 2005. “Queríamos mostrar aquela região, tão grande, de 3 milhões e tantas pessoas. Havia muitas coisas interessantes, coisas inusitadas. Ia fazer uma pauta, chegava lá e encontrava outra coisa”, revelou. Como exemplo, ele apresentou uma reportagem sobre as dificuldades enfrentadas pelos moradores de um bairro de Belford Roxo para chegar no ponto de ônibus localizado no outro lado da margem de um rio. Eles fazem uma travessia perigosa, utilizando uma tubulação da Cedae como passarela  — a outra opção é caminhar por quase uma hora até a ponte mais próxima. “O curioso é que a pauta era sobre a falta de transporte, mas não sabíamos da tubulação. Não acreditei quando cheguei e vi as pessoas passando por ali”, frisou. 

A base na Baixada tornou a cobertura da área muito mais dinâmica, conforme destacou Vandrey. E, para manter o interesse dos telespectadores, ele reafirmou a necessidade de se buscar novos formatos, abordada por Márcio Gomes no início da aula. Com isso, um novo estilo foi adotado no telejornal comunitário. Segundo o repórter, consistia em reduzir ao máximo a quantidade de off (gravação sem a presença do repórter) das matérias, sair um pouco da praça de apresentação das notícias da Baixada e fazer as transmissões ao vivo nos lugares onde as coisas aconteciam. Para que os estudantes visualizassem melhor, Vandrey lançou mão de algumas reportagens que destacavam a participação mais ativa dos moradores. “É um risco fazer ao vivo, tem muito improviso, mas essa espontaneidade é facilitada a partir do momento em que você está envolvido com a matéria”, assinalou. Em um telejornal que se propõe a ser comunitário, na visão de Márcio Gomes, é importante para o público ver que o repórter está no local da notícia, vivenciando o problema e ajudando a buscar solução junto às autoridades.

A última reportagem apresentada na aula trazia uma das mais recentes inovações do jornal local: o RJ Móvel, que substituiu no ano passado a base fixa na Baixada. Vandrey explicou que se trata de um carro com todo o aparato tecnológico para produção das reportagens, com sistema via satélite etc. O material já chega pré-editado na redação. “E vamos todos ali dentro. Cinco pessoas — operador de áudio, produtores, repórter e cinegrafista. Vai todo mundo debatendo a pauta e no caminho observando a cidade. Aliás, o senso de observação de toda a equipe fica cada dia mais apurado”, disse Vandrey. O apresentador Márcio Gomes ressaltou que a tecnologia é elemento fundamental para o jornalismo comunitário por dar mais mobilidade e “aproximar o telejornal das pessoas”.

Em uma dessas tentativas de buscar novas soluções, Márcio lembrou que eles experimentaram o formato de colocar uma autoridade para falar ao vivo com a população. “Às vezes, começava um bate-boca, e esse não é o nosso papel. A gente quer é uma solução para o problema apresentado ali. Passamos a mediar isso com mais cuidado”, acrescentou.

O apresentador fez questão de enfatizar que a proposta do jornalismo comunitário é ficar do lado da população, mostrar os caminhos para a resolução dos problemas e não ser assistencialista. “De forma nenhuma esse é o nosso objetivo. Queremos é deixar claro de quem é a responsabilidade pela solução daquele problema. Não queremos que as pessoas em casa nos vejam como ‘milagreiros’. Orientamos as pessoas a encaminhar primeiro a queixa a quem de direito”, disse. Ele ressaltou que a produção registra em uma agenda todas as promessas que foram feitas pelas autoridades. “De nada adianta você fazer telejornalismo comunitário se você não cobra depois a solução daquela promessa. Anotamos até a promessa feita por nós, quando dizemos, por exemplo, que vamos voltar na semana que vem para falar sobre determinado assunto. Isso é fundamental para que a gente mantenha a confiança das pessoas.”

Diante da epidemia de dengue no Rio de Janeiro, os estudantes perguntaram sobre a cobertura desse problema específico. Márcio Gomes contou que, no momento, eles “se debatem” para ver como cobrir o assunto sem ser repetitivo e sensacionalista. Em outra pergunta, os futuros profissionais quiseram saber se o jornalismo investigativo não perde força no jornalismo comunitário. Márcio respondeu que não. “Lá na TV, a gente faz uma divisão. O RJTV 1ª edição fica com a parte mais comunitária mesmo e a 2ª edição cobre mais denúncia”, explicou.

Escrito por Paola às 15h36
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Márcio Gomes chegou na festa com pé imobilizado !!!

Márcio Gomes, que chegou ao local de muletas por causa do pé imobilizado

Escrito por Paola às 15h32
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a História da vida da carreira como jornalista do Apresentador do rjtv Márcio Gomes "

Márcio Gomes (n. 1970) é um jornalista brasileiro.

Formou-se em jornalismo na PUC-Rio, em 1992. A primeira experiência profissional aconteceu na rádio Opus 90, em que trabalhou como redator. Em 1994, na TV Record, começou a se destacar como repórter e foi chamado, pouco tempo depois, para ingressar na Rede Globo, no jornal SPTV. Foram dois anos em São Paulo, antes de voltar para o Rio de Janeiro, para trabalhar na Globo News, em 1996. Além de fazer reportagens, Márcio editava matérias e apresentava o jornal Em Cima da Hora. Foi sua grande escola: "Aprendi a fazer de tudo. Lá estamos sempre muito perto da notícia".

É apresentador do RJTV desde a reformulação do programa, em janeiro de 2000. Na ocasião, o jornalista deixava a apresentação do jornal Bom Dia Rio, onde também fazia reportagens que, como no RJTV, abordam os assuntos da cidade. Mas, no jornal que estava prestes a assumir, Márcio Gomes encontraria um novo enfoque. "O RJTV tem um lado de ajuda à comunidade que deixa muito evidente a função social do jornalismo. O jornal dá voz à população e motiva as pessoas a agirem", diz.

Além da apresentação do RJTV, participa do rodízio de apresentação do Jornal Nacional aos sábados. Também é repórter especial da TV Globo no Desfile das Escolas de Samba do Rio de Janeiro.

Escrito por Paola às 15h26
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Márcio Gomes vai ancorar o desfile ao lado das arquibancadas populares

Márcio Gomes vai ficar ao lado das arquibancadas populares

 

O jornalismo vai mobilizar aproximadamente 200 pessoas na cobertura do Sambódromo carioca. Quinze câmeras mostrarão, ao vivo, os detalhes dos desfiles, com os repórteres André Luiz Azevedo, Flávio Fachel, Ana Paula Araújo, Hélter Duarte, Edimílson Ávila, Tatiana Nascimento, Renata Capucci, Sandra Moreyra, Leilane Neubarth, Flávia Jannuzzi, Mônica Sanches, Mônica Teixeira, entre outros. Márcio Gomes vai ancorar a cobertura jornalística do estúdio posicionado na porta de entrada da passarela do samba, ao lado das arquibancadas populares. Totalmente de frente para a Marquês de Sapucaí, o estúdio possibilita visão geral do local, sobre a armação das escolas.

- Nós queremos estar perto de todos os detalhes, para mostrar a movimentação, o nervosismo, a expectativa e todos os possíveis imprevistos na avenida. Também vale destacar que nosso jornalismo dará, no Carnaval 2009, um peso ainda maior para os desfiles dos blocos, no carnaval de rua - conta Renato Ribeiro, diretor de jornalismo do Rio de Janeiro.

 

Além das entradas ao vivo durante os desfiles, as equipes de reportagem produzirão material para os telejornais da emissora.

 

Escrito por Paola às 15h23
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Os desafios de fazer jornalismo comunitário

 

Denunciar os problemas é parte do trabalho. O dever jornalístico só estará completo se forem apresentadas soluções, alternativas para que a população consiga superá-los, lembraram os repórteres e apresentadores Márcio Gomes e Vandrey Pereira, no curso de telejornalismo do Globo Universidade, em parceria com a PUC-Rio.

Para fazer um bom jornalismo comunitário, é preciso dar voz ao povo e abrir espaço para a resposta das autoridades, observaram os especialistas. Segundo eles, o repórter deve estar próximo da vida real, retratar as curiosidades, os obstáculos e os prazeres do cotidiano, tanto nos centros quanto nos subúrbios.

Ex-aluno da PUC-Rio, Márcio Gomes apresenta o RJTV desde 1999. Transmitido para o Grande Rio e a Baixada Fluminense, o telejornal tem duas edições diárias, nas quais as matérias de serviço estão entre os principais conteúdos. Para ele, fazer jornalismo comunitário é se integrar à realidade da população:

– Quem trabalha com jornal comunitário tem de pensar não só nas pautas, mas na forma como são desenvolvidas, quais pessoas devem ser procuradas. Este é o nosso grande desafio: não só denunciar os problemas para a população, mas fazer com que ela fique envolvida na solução.

Natural de Santa Catarina, Vandrey Pereira foi chamado pela Rede Globo especialmente para assumir a estação RJ na Baixada, lançada há três anos. Com o objetivo de aproximar a população da área ao telejornal, a iniciativa recebeu ótima resposta do público. Na maioria das vezes, Vandrey entrava ao vivo da Praça Roberto Silveira, em Duque de Caxias, com uma “pequena multidão” ao fundo. Segundo o repórter, a sua falta de intimidade inicial da Baixada Fluminense foi importante para que realizasse um trabalho sem idéias pré-concebidas:

– Por não ser do Rio, cheguei com um olhar próprio. Eu não conhecia direito a Baixada. Aquela região precisava mesmo ser “aberta”. Era esta a nossa vontade. O projeto foi criado também para que tivéssemos mais agilidade. A gente estava ali, mais perto do problema. O que mais me marcou foram as pessoas nos vendo e dizendo: ‘Olha, a Globo está aqui’ – diz Vandrey.

Com a adoção sistemática do RJ Móvel, as passagens deixaram de ser fixas, na Praça Roberto Silveira, e se multiplicaram pela região. O avanço tecnológico revelou-se estratégico para a dinâmica jornalística, para deixar a cobertura na Baixada mais ágil e próxima da comunidade. O jornalismo comunitário inclui uma série de tarefas. Apesar de o planejamento ser fundamental na produção editorial, às vezes o profissional é obrigado a resolver imprevistos. “Precisamos nos desdobrar em mil e uma funções”, disse Márcio.

– Às vezes, chegávamos lá para cobrir um assunto e acabávamos falando de outro, que se revelava mais importante. Coisas que vemos durante o caminho viram pautas depois – explicou Vandrey.

A necessidade de envolver o telejornal na cobrança dos problemas faz parte da rotina dos repórteres. Como reiterou Márcio Gomes, o jornalismo comunitário precisa marcar presença nas ruas:

– Se queremos mostrar que o repórter está vivendo aquela situação, ele precisa aparecer mais. Somos protagonistas da história que vivemos. Nesse sentido, talvez o jornalismo comunitário seja o jornalismo mais cidadão.

Quatro perguntas para Márcio Gomes e Vandrey Pereira:

1) O jornalismo comunitário da TV Globo mudou de formato há alguns anos. Qual a principal diferença da nova cobertura?

– Márcio: O telejornal local precisa mostrar a rua das pessoas. Hoje humanizamos mais os problemas, procuramos personagens para contar melhor as histórias e conseguir um envolvimento na busca por soluções.

2) Como evitar que as matérias fiquem com um tom sensacionalista?

– Vandrey: À medida que vamos para os lugares, observamos o comportamento das pessoas e entendemos o que elas querem. Pesquisando as histórias, construímos as matérias com base nos personagens que encontramos.

3) O RJ Móvel mudou a cobertura do jornalismo comunitário?

– Vandrey: Com o RJ Móvel, estamos sempre perto do fato e das pessoas. As pessoas adoram se ver na televisão. A comunidade fica reunida e é mais ouvida.

4) Qual a experiência que você, Márcio, levou da PUC-Rio?

– Márcio: Este início me ajudou a lidar com pessoas de personalidades variadas. Tinha um professor meu, por exemplo, que pedia uma matéria antes do tempo combinado e se irritava porque ainda não estava pronta. Já era um clima de redação, importante para o começo da minha carreira.

Escrito por Paola às 15h17
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Estes são alguns dos melhores momentos de Márcio em 2008.

 

Estes são alguns dos melhores momentos de Márcio em 2008.

Esperamos que, em 2009, sua estrela brilhe cada vez mais

Escrito por Paola às 15h08
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fotos do jornalista Mácio Gomes e com Renata Capucci

 

Escrito por Paola às 15h02
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fotos do apresentador e jornalista do rjtv mácio gomes


Escrito por Paola às 15h01
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o premio qualidade do brasil "

mácio gomes e renata capuci foram uns dos prestegiados pelos eventos que receberam trofeus para melhor jornalista e para melhor apresentador do rjtv

Escrito por Paola às 14h59
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Histórias do Rio: um retorno e tanto!

Parque Nacional da Tijuca é o roteiro que Márcio Gomes e equipe desvendam na coluna desta semana

Depois de mais de um mês de expectativas, o blog Histórias do Rio volta a ser atualizado, contando um belo episódio sobre um cartão-postal da cidade em meio ao espírito urbano carioca por ser um lugar coberto (aliás, recoberto) de muita natureza: a construção, e agora, a restauração da Floresta da Tijuca, que Márcio, numa de suas entrevistas à Globo.com, afirmou que é um dos locais que mais gosta de visitar.

E por falar em visita, veja o vídeo da reportagem no link abaixo:

http://rjtv.globo.com/Jornalismo/RJTV/0,,MUL718034-9097,00-UM+PASSEIO+PELO+PARQUE+DA+TIJUCA+A+MAIOR+FLORESTA+URBANA+DO+MUNDO.html

Os bastidores e informações adicionais da matéria você confere no Blog Histórias do Rio.

Até a próxima, pessoal!

Escrito por Paola às 14h57
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Mácio Gomes com a Renata No Bom Dia Brasil !


mácio gomes ele é um otimo jornalistas ele está trabalho no lugar de renato machado no bom dia brasil, pori quanto que renato esta subitituindo william bonner no jn........
ele está trabalhando ao lado de renata vascocelos

Escrito por Paola às 14h56
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O Jornalistas Márcio Gomes No Carnaval Do Rj


mácio gomes como reporte no carnaval do rio de janeiro

Escrito por Paola às 14h54
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Blog Histórias do Rio: convite a um passado diferente

   

Márcio em diferentes momentos das reportagens da Coluna em 2008. Imagens: Globo.com.


Aos sábados, no RJTV 1ª Edição, Márcio Gomes transporta os telespectadores cariocas a um passado em geral curioso, quase obscuro, da cidade cartão-postal do Brasil, que nem os próprios conterrâneos lembram mais. Cerca de 130 matérias já foram feitas para a coluna, ao longo de três anos de vida, com boa aceitação do público em geral.

Por esta razão, foi criado, em março deste ano, um blog especialmente dedicado à Coluna, para que os visitantes possam fazer suas sugestões, críticas, complementar as matérias com informações não-mostradas pelo vídeo (as reportagens tem um tempo médio de 3 a 4 minutos). E não é tudo: bastidores das reportagens, e outros detalhes que a televisão não mostra, também estão contidos no site.

Mesmo com a rotina agitada dos telejornais que apresenta, como o RJTV 1ª Edição, Márcio faz questão de ler todos os comentários feitos pelos telespectadores. Se você é carioca ou não, mas que curte o trabalho feito por Gomes e ainda não visitou o Blog Histórias do Rio, acesse o link abaixo:

http://historiasdorio.globolog.com.br

Aproveitem bem a visita e até a próxima, pessoal!

Escrito por Paola às 14h47
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Prêmio Qualidade de melhor jornalista


Profissionais e empresas que se destacaram em 2003 receberam, numa festa na Barra da Tijuca, o Prêmio Qualidade. O RJTV ganhou pela segunda vez consecutiva o prêmio de "Melhor Telejornal Regional".

A noite de premiação começou com o reconhecimento do trabalho de empresas que se destacaram durante o ano de 2003.

O Prêmio Qualidade foi criado na década de 50, na Itália, para incentivar a melhoria de produtos e serviços. Desde então, ele ganhou versões em 21 países, incluindo o Brasil. Esta é a 26ª edição nacional do evento, a quarta realizada no Rio de Janeiro.

Representantes da imprensa e artistas indicaram os concorrentes à premiação cultural e artística. O resultado final saiu de uma votação via internet com 5,8 mil eleitores.

O RJTV, que conseguiu criar um canal com a comunidade, ganhou pelo segundo ano consecutivo o prêmio de "Melhor Telejornal Regional", com 75% dos votos. O troféu foi entregue aos apresentadores Márcio Gomes, Ana Paula Araújo e Helter Duarte.

O jornalista Márcio Gomes foi premiado também pela segunda vez como o "Melhor Apresentador de Telejornal Regional". Ele teve 78% da preferência do público.

Na categoria "Melhor Telejornal", o prêmio foi para o Jornal Nacional, pelo terceiro ano consecutivo. Os apresentadores William Bonner e Fátima Bernardes também foram premiados como os melhores apresentadores de 2003. Cada um com 33% dos votos.

O Globo Esporte foi considerado o "Melhor Programa Esportivo", pela maioria dos jurados. Léo Batista foi indicado como o "Melhor Apresentador de Programa Esportivo". E o Globo Repórter foi homenageado como o "Melhor Programa Jornalístico do Ano".

O Esporte Espetacular foi premiado como o "Melhor Programa Esportivo".

Escrito por Paola às 14h45
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RJTV ganha o Prêmio Qualidade Brasil pelo segundo ano consecutivo


Hoje é um dia de comemoração para todos nós. Pelo segundo ano consecutivo, o RJTV vai receber o Prêmio Qualidade Brasil, numa festa na Barra da Tijuca. A votação foi popular, feita pela internet.

O jornalista Márcio Gomes, do RJTV, também venceu pela segunda vez consecutiva, como melhor apresentador dos telejornais locais

Escrito por Paola às 14h41
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Debate foi positivo com a presentador do rjtv mácio gomes


O primeiro debate da TV Globo para a prefeitura do Rio de Janeiro reuniu os candidatos mais bem posicionados em uma pesquisa do Ibope.Os candidatos e seus assessores começaram a chegar a Central Globo de Produção duas horas antes do debate. Estavam sorridentes, cumprimentaram funcionários, e foram direto para os camarins.

Marcelo Crivella, do PL, sentou-se logo na cadeira de maquiagem. Aproveitou para fazer aquecimento das cordas vocais.

Luiz Paulo Conde, do PMDB, chegou antes do paletó que usaria no debate. Mas não parecia preocupado com o atraso, a deu até gargalhadas. Ele mostrou em primeira mão o novo par de óculos.

E foi por ter perdido os óculos que a candidata do PC do B, Jandira Feghali, teve que mandar ampliar a letra dos documentos que trouxe para o debate. "Botei um corpo maior na letra porque a distância eu não enxergo mesmo", revelou Jandira. Ela não largou os papéis nem durante a maquiagem.

Jorge Bittar, do PT, chegou comentando futebol, da Europa. "Portugal ontem fez três gols não é verdade", disse Bittar, errando no resultado do placar do jogo entre Portugal e Holanda pelas semifinais da Eurocopa, que terminou 2 a 1 para os portugueses. Depois, Bittar mostrou a pasta com recortes de jornais e documentos, base de eventuais perguntas para os outros candidatos.

O candidato Cesar Maia comparou o debate a uma corrida de Fórmula 1. Para ele, quem larga bem tem mais chance de vencer. Nos últimos momentos no camarim o candidato do PFL repassou a estratégia, em voz baixa, com os assessores.

Faltando 25 minutos para o início do debate, todos os candidatos já estavam no estúdio da Central Globo de Produção, ocupando suas respectivas bancadas. Com os microfones testados, eles se prepararam para as discussões.

O candidato do PFL fez uma espécie de alongamento. Os candidatos do PT e do PL esfregaram as mãos. A candidata do PC do B relaxou com a programação que estava no ar, e o candidato do PMDB repassou as anotações. Em seguida, eles posaram para um batalhão de fotógrafos.

Às 11h, o apresentador Márcio Gomes anunciou: "Está começando o primeiro debate com os candidatos a prefeito do Rio de Janeiro nas Eleições 2004. A TV Globo abre espaço mais cedo este ano, para que os cariocas possam conhecer melhor quem quer governar o município do Rio, e também para os candidatos, que terão a oportunidade de apresentar suas propostas para a nossa cidade."

Nas arquibancadas do estúdio, os assessores tinham reações discretas. Do lado de fora, outros convidados dos candidatos estavam de olhos grudados na televisão. Anotavam as respostas, e a cada intervalo corriam para o estúdio para acertar novas estratégias. Os jornalistas credenciados também acompanharam as discussões pelas televisões da sala de imprensa.

Durante o debate, os cinco candidatos fizeram perguntas entre si. Em dois blocos, temas pré-determinados foram escolhidos por sorteio. Em outros dois blocos, os candidatos puderam fazer perguntas sobre qualquer assunto. No último bloco os candidatos deixaram suas mensagens para os eleitores. Para todos, o resultado foi positivo.

"Eu espero que a população do Rio de Janeiro possa, com esse debate, avaliar as propostas de cada candidato, a alma de cada candidato, e decidir o melhor para a nossa cidade", disse Crivella.

"Nessa eleição, a coerência, a determinação, a garra, a história de cada um vai pesar muito, e nesse aspecto eu acho que nós nos diferenciamos dos outros candidatos", observou Jandira.

"O debate foi proveitoso, não teve baixarias, não teve ofensas pessoais, o que dignifica os políticos que participaram dele", comentou Conde.

"Quem ganhou foi o eleitor. Quem assistiu esse debate pode começar a pensar na eleição, ver a minha administração e avaliá-la, ver as alternativas, as críticas que foram feitas", destacou César Maia.

"Foi um debate de bom nível, esclarecedor. Acredito que pude apresentar propostas sérias", afirmou Bittar.

Escrito por Paola às 14h39
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RJTV ganha prêmio


Foi entregue ontem o Prêmio Qualidade Brasil. O RJTV foi escolhido, pelo terceiro ano seguido, o melhor telejornal regional do Rio.Foi entregue ontem à noite o prêmio Qualidade Brasil. O RJTV foi escolhido, pelo terceiro ano seguido, o melhor telejornal regional do Rio de Janeiro.

Foi uma noite de gala, que reuniu artistas e profissionais nas áreas de televisão, cinema e teatro. A jornalista Ana Paula Araújo recebeu o troféu em nome de toda a equipe do RJTV. Ela e Márcio Gomes empataram na categoria de melhor apresentador de telejornal regional.

O prêmio é uma iniciativa da International Quality Service, uma instituição italiana que atua no Brasil desde 77, para estimular a qualidade de produtos e serviços no mercado nacional

Escrito por Paola às 14h36
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Notícia em noite de gala com mácio gomes e sua colega de trabalho renata capucci


A jornalista Renata Capucci (com o colega Márcio Gomes, na foto), apresentadora do RJTV, da Globo, esbanjou elegância, na noite de terça-feira, 4, no Copacabana Palace, durante a entrega do Prêmio Esso de Jornalismo. Ela vestia um longo preto, de costas nuas, assinado pela estilista Lethicia Bronstein Pompeu, que está se preparando para lançar sua coleção Party Exclusive, linha de vestidos para festas. Aguardem!

Escrito por Paola às 14h34
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Márcio Gomes, exemplo de credibilidade jornalística


Ex-aluno , Márcio Gomes veio ao colégio para o lançamento do jornal
Em entrevista concedida após a cerimônia de lançamento do Jornal "O Leão na Linha", ex-aluno discute diversos temas e alerta: “Devemos tomar cuidado com a Internet”
Presença ilustre na festa de lançamento do Jornal "O Leão na Linha", aproveitamos uma brecha na agenda de Márcio Gomes para uma entrevista exclusiva. Ex-aluno do nosso colégio, o jornalista Márcio Gomes apresenta , de segunda a sexta-feira, o RJTV e,esporadicamente, o Jornal Nacional e o Bom Dia Brasil. Márcio começou a aparecer para o grande público em 2000 após uma grande reforma no espírito do jornal local, que passou a ter um caráter comunitário e exibir entrevistas ao vivo, no estúdio ou nas ruas.

Sua carreira começou como editor de uma rádio de música clássica e, antes de ingressar na Globo, passou pela Rede Record em São Paulo. Há 10 anos, foi chamado para a primeira equipe da GloboNews onde fez parte de uma nova geração de apresentadores que também são jornalistas, que participam das reuniões de pauta, fazem e editam reportagens e, muitas vezes, consultam até suas próprias fontes a fim de uma nova matéria. Dois anos depois, já apresentava o Bom dia Rio. Realmente, teve uma ascensão profissional muito rápida, tão quanto sua fala.

Diretamente do auditório do 3º andar, o jornalista concedeu a seguinte entrevista.

Jornal CSB: Você começou na 2ª série do Colégio...

Márcio Gomes: Realmente. Quando eu entrei não tinha ainda a 1ª série no ano de 1979 e fiquei aqui até 1988, o terceiro ano científico.

Jornal CSB: Foram bons os seus tempos de beneditino? Do que você pôde tirar proveito?

Márcio Gomes: Foram ótimos meus tempos de vivência beneditina! A base que o CSB proporciona a você é muito boa: tirando como é importante conhecer a religião; as amizades e toda a estreita relação que a gente cria aqui. Na minha época, o ensino era muito voltado para a área tecnológica, mas, mesmo assim, foi muito importante para a minha carreira e para o profissional que eu sou hoje.

Jornal CSB: A sua vida profissional foi iniciada na rádio Opus 90. Além disso, você passou pela TV Record e foi chamado pela Rede Globo para ingressar na equipe de São Paulo. Após dois anos, veio trabalhar no Rio de Janeiro apresentando e editando reportagens para a Globonews, especialmente o "Em Cima da Hora". Em uma entrevista, você chegou a dizer que foi sua grande escola. Você poderia explicar melhor?

Márcio Gomes: Na Globonews, você é obrigado a fazer de tudo um pouco: você tem que apresentar seus telejornais, escrever as notícias que vai ler depois no estúdio, ou seja, você faz parte de uma equipe. Hoje, não existe mais aquele apresentador que chegava ao estúdio e lia as notícias. Então, agora, você tem que participar de todo o processo de produção daquela notícia: desde a apuração com as suas próprias fontes ou nas agências de notícias, ou através da tradução de um texto que chega de uma internacional, até o coletar das imagens e sua edição(...) e isso é muito rico, pois participando de todo o processo, você entende muito melhor a notícia para passar uma maior credibilidade.



Jornal CSB: O que mudou no jornalismo a partir do início da sua carreira? O jornalismo ganhou uma função mais social ou eles sempre estiveram interligados?

Márcio Gomes: Eu nem tenho tanto tempo de carreira assim, mas o que eu percebo é uma tendência cada vez maior de o jornalismo reavivar sua função social, justamente o que o RJTV faz: um jornal comunitário, que não tem o objetivo de somente ajudar as pessoas, mas também alertá-las. Tem buraco na rua do telespectador? A gente denuncia quem é o culpado desse buraco, todavia nós também queremos mostrar como chegar às causas para esse problema. Estou dando esse exemplo aqui, mas serve para qualquer situação: as escolas ruins, a saúde em decadência e as nossas universidades sem professores.Enfim, expor o problema e fazer com que as pessoas entendam a origem daquele problema e onde buscar a solução na hora de votar e de reivindicar.



Jornal CSB: Até onde pode chegar o papel do jornalista que cobra soluções para problemas do cotidiano da população e a partir daí, onde começa a atuação das autoridades políticas?

Márcio Gomes: Infelizmente o papel do jornalista e das autoridades às vezes são confundidos: tem gente que telefona antes para o nosso telejornal do que para a Cedae, por exemplo, quando falta água na casa. Não é bem assim, a pessoa tem que saber a quem reclamar. O que acontece é que o grau de desinformação e o desserviço dos recentes governantes são muito grandes. Eles acabam por não ter compromisso com a vida pública, nem com o próximo. Os interesses são outros, senão servir. Portanto, o papel do jornalista é alertar que o poder do voto é muito grande e a reivindicação deve ser voltada aos políticos.



Jornal CSB: Você responsável pela coluna "Histórias do Rio" que é exibida todo sábado pelo RJTV. O que você aprendeu com as curiosidades de um Rio que, muitas vezes, nem os mais antigos cariocas lembram mais? Márcio Gomes: Realmente a História do Rio não é muito conhecida por nós. Especialmente na minha profissão é muito gratificante matar a minha curiosidade com os momentos históricos. Se eu fosse um médico, por exemplo, não vou teria a oportunidade de conversar com alguém sobre uma estátua, um monumento da cidade. E isso a minha profissão me proporciona: a coluna deve ser boa para quem a vê, mas ela é maravilhosa para mim. Contar isso é muito bom: "Olha, foi nessa janela em que em certo ano Tiradentes apareceu antes de ir para a forca!". Ou seja, isso é riquíssimo para todos e por isso é que essa coluna é muito prazerosa de ser feita.



Jornal CSB: Existe diferença ao passar da bancada de um telejornal regional para um nacional? A responsabilidade aumenta?

Márcio Gomes: A responsabilidade é rigorosamente a mesma. Não interessa se eu estou falando para poucas pessoas ou se estou falando para um milhão de pessoas. Eu sou o mesmo jornalista: não me importa se estou apresentando o Jornal Nacional ou o RJTV. Talvez a audiência seja a diferença: eu sei que o presidente assiste ao telejornal, os governadores e os prefeitos, e não que o telejornal seja tão importante assim, pois os mendigos, a população de rua e os favelados também assistem ao jornal. Então, a responsabilidade de transmitir aquela notícia é a mesma. Quem sabe o frio na barriga seja diferente: é maior na bancada do JN.

Jornal CSB: Você no começo recebeu algumas críticas por falar rápido demais. Como você resolveu isso?

Márcio Gomes: (risos) A fonodiaudiologia me ajudou muito. Em qualquer profissão em que você vai seguir você tem alguns segredos para aquela carreira: se fosse um médico, como segurar um bisturi, etc. No jornalismo televisivo, você tem que saber falar direito, de forma clara para que todos entendam sem correr demais e sem falar muito devagar para que as pessoas não durmam em casa, isto é, você tem que achar o tom, o sotaque, o modo de falar, o modo de passar aquela notícia. É claro que isso foge um pouco da alçada do jornalista, mas tem que entrar na parte física mesmo de articular as palavras. E para isso, uma profissional de fonodiaudiologia foi fundamental para mim. Até hoje faço ‘fono'.

Márcio Gomes: Acredito que o jornal nunca vai perder o seu espaço até porque é muito gostoso pegar o jornal de manhã na porta de casa já que não me sinto bem lendo as notícias no computador. Porém a tecnologia permite que um grupo de alunos faça um jornal e coloque no ar - isso é maravilhoso!- e hoje também permite que qualquer um faça um ‘blog'- eu não sei fazer- e jogue a sua notícia para o mundo inteiro, mas devemos tomar cuidado, pois é tão fácil que qualquer um pode fazer. Então, a pessoa deve ter a responsabilidade de um jornalista, que estudou para aquilo e tem noção do peso que uma palavra pode ter na hora de fazer uma acusação ou denúncia. Por isso, eu não posso ser um jornalista diferente no Jornal Nacional e outro no RJTV. Eu tenho que ser o mesmo profissional já que a responsabilidade é a mesma: quando estou falando para o Jornal "O Leão na Linha", isso é muito importante para mim e conseqüentemente, devo ser muito claro visto que o que eu estou falando aqui você irá escrever. Devo me policiar para não falar nenhuma besteira. Em resumo, é por isso que tenho rigorosamente a mesma preocupação ao falar para qualquer jornal e ao apresentar o JN ,e é também a mesma preocupação com uma ferramenta fácil como a internet ao colocar uma notícia no ar.

Jornal CSB: Você, como jornalista, se intimida quando colegas de profissão seus sofrem com ataques criminosos, como a morte de Tim Lopes e mais recentemente com o seqüestro do repórter Guilherme Portanova, ambos da Rede Globo?

Márcio Gomes: É claro que isso nos assusta, mas não podemos nos deixar abater. E isso não pode diminuir a nossa vontade de mostrar o que é certo, o que é errado e de buscar soluções para isso. Temos sempre que ter um norte onde buscamos a verdade para denunciar o que está errado e procurar soluções. Se as circunstâncias vêm interferir no nosso trabalho, a gente tem que driblar isso,mas sempre mantendo o nosso objetivo e claro, torcendo para que as autoridades possam corrigir os defeitos gravíssimos que temos hoje na nossa sociedade.



Jornal CSB: Qual é o principal desafio ao apresentar o "Espaço Aberto- Ciência e Tecnologia na GloboNews? Seria expor ao público assuntos que geralmente não saem em manchetes de jornal?

Márcio Gomes: Agora muito raramente eu apresento esse programa, mas o mundo de Ciência e Tecnologia é meio desprezado, fica sempre nas últimas páginas dos jornais, não ganha muitas manchetes, contudo é muito importante até para a área social. Nós vivemos num país com muitas descobertas, grandes cientistas com maravilhosas idéias e grandes avanços, mas, ao mesmo tempo, fazemos parte de um país em que não há esgoto, água encanada para todos e as condições de vida são muito precárias para a maioria da população. Como pode? Então quando eu mostro esse lado promissor da ciência, eu tento abrir os olhos das pessoas e alertá-las que esse mundo também existe e instigar a divulgação dessa excelência que nós temos. Por que nós temos uma diferença muito grande entre um favelado que não vai ter futuro nenhum -como é difícil um deles despontar- e outro indivíduo que recebeu educação de qualidade? E por que não podemos oferecer essa área da ciência para mais gente? Então eu penso muito nisso quando faço o programa de Ciência e Tecnologia e quando sigo minha carreira de forma geral.

Jogo rápido:

- Em casa, com seu filho de três anos, quem é Márcio Gomes?

: (risos) A minha profissão exige muito e sempre procuro compensar isso estando próximo à minha família nos fins-de-semana.

- Notícia que mais o marcou...

: Todas te marcam de alguma forma, não dá para ter uma que mais me marcou.

- Notícia que mais gostaria de dar...

: Um Brasil menos desigual, quem sabe...

- Time de futebol?

: Eu sou flamenguista, mas não sou fanático de ir todo domingo ao Maracanã.

- Alguma gafe cometida no ar...

: Em uma edição do RJTV, eu esqueci o que eu ia perguntar no ar e começou a predominar aquele longo silêncio que também aparece quando o pessoal da técnica atrasa a pôr a matéria no ar, mas não lembro de nenhuma grande gafe.

- O maior orgulho em sua profissão...

: Poder levar as informações às pessoas. É muito prazeroso imaginar uma pessoa que liga a televisão para acompanhar o telejornal que eu apresento e é também prazeroso saber que tem gente do outro lado que gosta do meu trabalho.

- O Colégio de São Bento foi e é para você...

: Uma base muito sólida, uma base de conhecimento, de caráter e um leque de amizades que conquistei aqui.

Escrito por Paola às 14h19
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Aprendizado que impulsionou carreiras de mácio gomes


Lembranças e aprendizado são as marcas que o Projeto Comunicar deixa em seus ex-estagiários. Ao longo dos seus vinte anos, 1.037 alunos já passaram pelo Comunicar. Ambiente familiar, amigos e aniversários devidamente comemorados fazem parte da vida de quem já passou pelo Projeto. Por outro lado, trabalho sério, cobrança e dificuldades iniciais também não faltam. O produto de todos esses elementos é uma boa colocação no mercado de trabalho.

Na Agência Experimental de Propaganda, os ex-estagiários trilharam caminhos diferentes e de sucesso. Lucas Duque estagiou no Comunicar nos anos de 1996 e 1997, e, atualmente, tem uma produtora chamada Sonido, que faz trilhas, jingles e spots para todo o mercado publicitário. Alan Maia, estagiário em 1999, se especializou no Terceiro Setor e Gestão de ONGs e Projetos Sociais, e hoje coordena a Unidade Rio da ONG Doutores da Alegria.

Rômulo Carvalho, que estagiou em 2003 e 2004 no Comunicar, atualmente é coordenador de marketing do Shopping Leblon, na área de varejo. Ele trabalhou no Banco do Brasil e na área de endo-marketing da Coca-Cola. Rômulo destaca que o mercado de publicidade está cada vez mais dinâmico, rápido e segmentado, é importante estar sempre atento às novidades na área.

José Guilherme Araújo, do Núcleo de Criação no ano de 2002, agora, trabalha na Companhia de Idéias como redator. Segundo ele, a experiência é um bem precioso, que faz com que seu trabalho seja valorizado pelas empresas. Para José Guilherme, por mais glamuroso que o mundo publicitário seja, uma coisa não muda entre as pessoas que trabalham na área: a profissão vem em primeiro lugar.

O Núcleo de Jornalismo Impresso, o primeiro do Projeto Comunicar, também gerou frutos de destaque no mercado de trabalho. Paula Autran, ex-estagiária de 1989 a 92, e há dez anos na Editoria Rio do jornal O Globo, comenta as mudanças no jornalismo desde a criação do Comunicar:

Camila Tavares,
Marcos Serra Lima,
João Paulo Duarte
e Rômulo CarvalhoQuando comecei no Globo e no Dia, nós ainda podíamos Taiga Corrêa e Márcio Gomesubir as favelas para trabalhar, não precisava de colete à prova de balas em áreas consideradas, hoje, de risco. Não contávamos com computadores na redação, eram máquinas de escrever, nem com sites de pesquisa, só contávamos com o departamento de pesquisa do jornal. As matérias eram recortadas e arquivadas em enormes estruturas de metal.

De acordo com Marcio Gomes, jornalista e apresentador do RJTV da TV Globo, e ex-estagiário nos anos de 1991 e 1992, os avanços tecnoló-gicos influenciam significativamente na profissão. "A internet como ferramenta de apuração de dados, as transmissões de satélites cada vez mais simples, câmera e equipamentos com mais recursos, tudo facilita a nossa profissão, mas aumenta a responsabilidade de fazer um trabalho com mais qualidade", diz Márcio, hoje casado com outra ex-estagiária do Comunicar, a jornalista Taiga Corrêa.

Taiga foi repórter do JORNAL DA PUC em 1995 e 1996 e, depois de formada, trabalhou na GloboNews durante três anos, onde atuou como editora de imagem, de texto e apresentadora. Depois da experiência em TV, a jornalista optou pela vida acadêmica, concluiu mestrado em Comunicação Social na PUC-Rio este ano, e em 2008 pretende apresentar o projeto de doutorado.

Os quinze anos do Projeto Comunicar foram tema da monografia de Camila Tavares, que estagiou em 2002 no Comunicar, e hoje é editora de conteúdo web da GloboNews. Segundo Camila, que foi repórter e diagramadora durante um ano, ela teve experiências no Comunicar que não tem em sua vida profissional. "Aprendi a escrever, a como fazer um lide, a me comportar. Meu texto melhorou infinitamente desde que eu entrei no Comunicar, aprendi a ter um olhar crítico sobre o jornalismo. O Comunicar é um grande preparo para o mercado de trabalho", comentou a editora.

A TV PUC abriu portas para João Paulo Duarte, ex-estagiário no ano de 2003, foi destaque do júri de Gramado com o programa da série Pilotis Nós que sonhávamos com a revolução e hoje é coordenador de produção jornalística da BandNews e BandSports. João Paulo destaca que o que lhe garantiu um bom lugar no mercado de trabalho foi ter uma concepção de como fazer televisão, diferentemente da época em que começou, quando não tinha idéia de como era a linguagem televisiva. Amanda Boaventura, editora de conteúdo web da GloboNews, estagiou na TV PUC em 2003, e utiliza todos os dias no seu trabalho o que aprendeu no Projeto Comunicar, desde o conceito de jornalismo até a prática do dia-a-dia.

Do setor de fotografia, mesmo pequeno, também saíram estagiários que obtiveram bons resultados na profissão, como Marcos Serra Lima, que estagiou em 2003 no Comunicar como fotógrafo. Hoje é editor de fotografia do site EGO, da Globo.com e atualiza, todo os dias, seu blog Dois Cliques. Feliz com a profissão, Marcos relem-bra sua melhor foto.

– A melhor foto que eu fiz foi com o ministro Gilberto Gil, que esteve na PUC para assinar um convênio. A foto era das pernas dos ilustres, todas recolhidas sob a mesa, e as do Gilberto Gil estavam esticadas, baianas

Escrito por Paola às 14h16
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Márcio Gomes: "A Globo paga bem?" Apresentador brinca com alunos ao falar sobre dificuldades na profissão


Com o auditório praticamente lotado, Márcio Gomes continua falando sobre a experiência de ser jornalista. Sem querer desmotivar os alunos presentes, o apresentador diz que a profissão é fascinante, porém, existem certas dificuldades. Quando começou a enumerar as tais dificuldades, Márcio foi interrompido por um dos presentes. "Essa carreira é a melhor do mundo, mas você perde várias noites em claro, ganha mal... Eu ouvi alguém aí dizer que a Globo paga bem?", disse com muito bom humor, arrancando risos da platéia.

Escrito por Paola às 14h13
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o jornalista mácio gomes no video chat da tv globo



Moderador apresenta a mensagem enviada por leandro_meier: Márcio, e com essa novidade do blog, o que melhora na produção? Os internautas também podem participar? Como?
Márcio Gomes responde para leandro_meier: Recebemos sugestões da internet e pelo telefone (21) 2461-2030. Mas a maioria das sugestões vêm de uma reunião com a equipe.

Moderador apresenta a mensagem enviada por Gilberto: Haveria a possibilidade da Globo lançar um DVD com todas estas reportagens?
Márcio Gomes responde para Gilberto: Já foi sugerido. Seria muito interessante lançar esse DVD. É um sonho meu.

Moderador apresenta a mensagem enviada por Bruno: Boa tarde Márcio, gostaria de saber se já houve e qual foi a história mais engraçada que você já noticiou na coluna?
Márcio Gomes responde para Bruno: Tem muita história engraçada e interessante. Nossa coluna é o modo de passarmos nossa história sem ser muito formal como na sala de aula.

Moderador apresenta a mensagem enviada por cacau: como vc vê o deterioramento dos muitos prédios históricos da cidade; márcio de irajá
Márcio Gomes responde para cacau: É uma pena. Se olharmos com mais atenção ao nosso patrimônio histórico, vamos ver que temos que manter eles intactos.

Moderador apresenta a mensagem enviada por talita: Márcio, como é sair um pouca da bancada e voltar para as reportagens fazendo a coluna?
Márcio Gomes responde para talita: Adoro fazer reportagens. A coluna é uma grande oportunidade de ver o povo, saber o que eles pensam.

Moderador apresenta a mensagem enviada por albertazzi: olá marcio, como vc se sente noticiando todos os dias ns absurdos da dengue
Márcio Gomes responde para albertazzi: Lamentável. Sentimos até uma certa vergonha. Na coluna "Histórias do Rio" vamos falar também sobre isso em breve.

Moderador apresenta a mensagem enviada por leonardo_cruz: A coluna ainda tem muito para mostrar? Já vi várias edições e me surpreendo com uma história diferente da outra. Dá para se esgotar o tema com a coluna?
Márcio Gomes responde para leonardo_cruz: Acho que não dá para esgotar, não. Já contamos a história dos fantasmas do Teatro Municipal, mas nada sobre a história do teatro, sobre a construção, por exemplo.

Moderador apresenta a mensagem enviada por luis: marcio vc acha que teria chance do rio não ter deixado de ser a capital do brasil?
Márcio Gomes responde para luis: Acho que não. Infelizmente acho que não conseguimos superar essa perda.

Moderador apresenta a mensagem enviada por Jeff: Eu acho muito importante para todos principalmente para professores de História, o que você está fazendo deveria ter tambem em outro jornal para todo o Brasil, pergunto pretende fazer um livro?
Márcio Gomes responde para Jeff: Nunca pensei nisso. Acho que fazemos uma coisa pequena. Não sou um especialista em história, sou apenas um curioso. Acho a idéia do livro bem legal.

Moderador apresenta a mensagem enviada por Isis: Olá, gostaria de saber como funciona este blog? Isis-Nova Iguaçu-RJ
Márcio Gomes responde para Isis: Os nossos textos do blog entram logo em seguida à reportagem. Em www.globo.com/rjtv tem todas nossas reportagens.

Moderador apresenta a mensagem enviada por Viviane_Silva: Você acha que o Rio ainda é a cidade maravilhosa, o cartão postal do Brasil?
Márcio Gomes responde para Viviane_Silva: Acho que temos que fazer um esforço para achar. Eu acho, ela é linda pela natureza e pela sua população. Temos que fazer com que ela continue linda.

Moderador apresenta a mensagem enviada por isadora: Qual foi a maior saia justa q vc passou como jornalista ?
Márcio Gomes responde para isadora: Tenho por volta de 15 anos de trabalho. Já esqueci a pergunta que eu tinha que fazer, ficou aquele silêncio e de repente eu falei alto: "Lembrei!". Fiquei muito envergonhado.

Moderador apresenta a mensagem enviada por Tales: Quero te parabenizar pelo programa que foi feito na Praça 15 para comemorar a os 200 anos da família portuguesa, achei um dos melhores RJTV que já vi, e pra vc, qual foi o RJTV mais marcante?
Márcio Gomes responde para Tales: Muito obrigado. Alguma coluna especial acho que não tem. Todas são importantes, mesmo que ela seja muito simples.

Moderador apresenta a mensagem enviada por hhtht: vcs pensam em fazer reportagens fora da cidade do rio?
Márcio Gomes responde para hhtht: Por enquanto não. Fazemos muito aqui porque tem um material muito grande. Tenho certeza que fora do Rio tem muita coisa também.

Moderador apresenta a mensagem enviada por Roberto: Sugestão: Por que não fazer matéria "ilustres desconhecidos do Rio de Janeriro?
Márcio Gomes responde para Roberto: É verdade. Já fizemos algumas colunas com pessoas marcantes para o Rio. É uma ótima sugestão!

Moderador apresenta a mensagem enviada por joana: Como é sua relação com a Renata Capucci, acho vcs dois uma ótima dupla!
Márcio Gomes responde para joana: Trabalhar com ela é muito bom. Ela é muito inteligente, muito rápida. Com todos que já passaram pelo RJTV eu me dou muito bem.

Moderador apresenta a mensagem enviada por Felipe: Marcio, faço jornalismo e me inspiro muito no Willian Bonner. Você teve algum grande idolo no jornalismo? Teria alguma dica para quem está começando agora?
Márcio Gomes responde para Felipe: Acho muito importante ter um grande ídolo. A dica é ler. Ler muito jornal, revistas e até mesmo bula de remédio.

Moderador apresenta a mensagem enviada por Glauber_madureira: Marcio, qual cantinho da cidade que vc mais gosta?Tem algum especial?
Márcio Gomes responde para Glauber_madureira: Gosto muito de natureza. Gosto muito da Floresta da Tijuca. Onde tem mata fechada, acho muito legal.

Moderador apresenta a mensagem enviada por renata_ribeiro: Bom dia, Márcio. Moro na Tijuca. Na história, qual o bairro mais privilegiado quando o assunto são histórias importantes da cidade maravilhosa?
Márcio Gomes responde para renata_ribeiro: A região central de nossa cidade é muito rica em histórias. Tivemos nossa fundação na Urca, depois a Tijuca cresceu. Toda cidade é rica em histórias.

Moderador apresenta a mensagem enviada por Eduardo: O que você acha sobre a imparcialidade no jornalismo ?
Márcio Gomes responde para Eduardo: Não adianta eu dar minha opinião se a pessoa não tem o direito de resposta. Para quem está em casa o importante é ter a informação por completa.

Moderador apresenta a mensagem enviada por cyberamjel: A obra da Cidade da Música está em ritmo acelerado 24 hs. Você já viu obra em hospital, posto de saúde ou escola neste ritmo?
Márcio Gomes responde para cyberamjel: Temos que perguntar isso para nosso prefeito. Cultura é muito importante também. Escreva para ele, ele costuma responder.

Moderador apresenta a mensagem enviada por monique_bonsucesso: Adoro ver todas as matérias sobre as histórias do Rio. O que você indica para quem quer se aprofundar mais sobre esse assunto? Temos livros falando sobre a história da nossa cidade?
Márcio Gomes responde para monique_bonsucesso: Temos sim. Livros ricamente ilustrados. O problema é que esses livros não costumam ser baratos.

Moderador apresenta a mensagem enviada por daniel_ventura: Hoje em dia temos muitas informaçoes que vem da internet, e várias fontes não são confiáveis. Com a coluna histórias do rio também é assim? Como é a buscar por fontes seguras, para nao distorcer a história?
Márcio Gomes responde para daniel_ventura: Nós temos um acervo de bons colaboradores que são os historiadores da nossa cidade. Muitos blogs também falam de nossa cidade, mas temos que ter o pé atrás. Sempre que tiver uma informação, temos que ter cuidado com a fonte.

Márcio Gomes fala para a platéia: Muito obrigado. Foi um prazer muito grande participar do chat.

Escrito por Paola às 14h06
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Ana Paula Araújo e Márcio Gomes serão os apresentadores do novo ‘RJTV’

 

A partir de segunda, tudo novo nas duas edições do “RJTV”. Ao meio-dia, o telejornal passa a ser comandado por Ana Paula Araújo. À noite, o noticiário será apresentado por Márcio Gomes. E mais: além do novo formato (com apenas um apresentador) haverá novos quadros, comentaristas e cenário.

Escrito por Paola às 13h32
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Márcio Gomes, da Tv Globo, ensina: 'Perguntem absolutamente tudo'

Márcio Gomes conversa com os futuros comunicadores / Foto de Fernando Torres

 

O jornalista Márcio Gomes, apresentador de programas como RJTV e Jornal Nacional, da Tv Globo, dedicou duas horas de seu corrido dia para conversar com jovens do Espaço Criança Esperança. Ele fez comentários sobre o site feito pelos alunos da oficina Blog Acontece, oferecida pelo projeto. Explicou como aperfeiçoar o trabalho: "Tenham atenção no momento da apuração. Perguntem tudo, absolutamente tudo."

Márcio ressaltou que o jornalista deve explicar as siglas, como ECE, que significa Espaço Criança Eperança, para possibilitar a compreensão de todos.

- Precisamos ter o cuidado de ler, revisar e dar uma última olhada para conferir o texto e a relevâncias das informações, ouvindo todos os lados de um fato. Quem está em casa é o juiz. O público precisa de um jornalismo honesto para tirar as suas próprias conclusões e opiniões - destacou.

 

Público atento às palavras de Márcio Gomes, da Tv Globo / Foto de Fernando Torres

 

Para o jornalista, a melhor maneira de um jovem crescer é escrever aquilo que ele sente. Segundo Gomes, se o comunicador fala um portugês correto, todo mundo vai entender. Márcio disse que, atualmente, realiza um sonho antigo: "Eu tinha um boneco com uma câmera de brinquedo e sempre quis trabalhar com televisão."

Márcio Gomes lembrou da reportagem que fez, durante a última enchente no Rio de Janeiro, quando pegou uma câmera e mostrou o caos no seu trajeto de casa até a redação da Tv Globo. Ele revelou que estava andando com o apoio de muletas.

- Temos uma missão porque as notícias são essenciais para a vida. Cada jornalista tem um público específico e o que ele faz é importantíssimo para essas pessoas. A gente comete algumas loucuras na vontade de contar histórias e falar sobre os problemas - admitiu.

 

MÁRCIO GOMES FALA SOBRE OS RISCOS DO "INTERNETÊS" (VÍDEO)


Escrito por Paola às 13h23
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27/06/2010


perfil de márcio gomes !

Márcio Gomes começou no RJTV - 1ª Edição em outubro de 1999. Na ocasião, o jornalista deixava a apresentação do jornal Bom Dia Rio, onde também fazia reportagens que, como no RJTV, abordam os assuntos da cidade. Mas, no jornal que estava prestes a assumir, Márcio Gomes encontraria um novo enfoque.

"O RJTV tem um lado de ajuda à comunidade que deixa muito evidente a função social do jornalismo. O jornal dá voz à população e motiva as pessoas a agirem", diz.

Márcio Gomes se formou em jornalismo na PUC-Rio, em 1992. A primeira experiência profissional aconteceu em rádio, no Sistema Jornal do Brasil, onde trabalhou como redator. Em 1994, na TV Record, o jornalista começou a se destacar como repórter e foi chamado pouco tempo depois para ingressar na Rede Globo, no jornal SPTV.

Foram dois anos em São Paulo, antes de voltar para o Rio, para trabalhar na GloboNews, em 1996. Além de fazer reportagens, Márcio editava matérias e apresentava o jornal Em Cima da Hora. Foi sua grande escola: "Aprendi a fazer de tudo. Lá estamos sempre muito perto da notícia".

Atualmente, além de apresentar o RJTV - 2ª Edição, Márcio também pode ser visto substituindo ocasionalmente os apresentadores titulares do Jornal Nacional e do Bom Dia Brasil.

Além disso, ele é responsável pela coluna "Você não sabia, mas já existe", que vai ao ar no Bom Dia Brasil: novidades e avanços descobertos em universidades brasileiras, com reportagens sobre ciência, tecnologia, saúde e comportamento humano.

Escrito por Paola às 23h44
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